segunda-feira, 4 de novembro de 2013

#OMELHORDAVIDA



A vida nos proporciona tudo aquilo que tivemos ou não, controle. A vida no ensina por ela mesma, que não sou apenas “eu”, mas somos nós, que não é só “meu”, mas é nosso. Acreditamos que viver à nossa maneira não impacta pessoa alguma, jamais influencia a quem quer que seja. Mas não é bem assim não. A verdade é que estamos lá. Talvez ninguém saiba, ninguém note, cremos que passamos despercebidos, desatentos, não prestamos atenção em quem nos nota. Na vida conhecemos quem jamais deveríamos ter conhecido e oferecemos nossa fiel amizade a quem jamais a mereceu, deu, ou dá valor. Algo muito importante e precioso na vida é vivê-la sem ter a preocupação de que há espectadores, juízes e uma grande plateia pronta a dar a sua nota em relação ao desempenho de nossa performance, de nossa atuação, no grande palco da existência. No dia a dia  a gente vive da forma que cremos dever viver, erra sem saber que deveria saber como errar, acerta sem saber que acertou e quando deseja acertar acaba não o fazendo. Crescemos um pouco e de todas as formas exigimos que os outros acompanhem-nos, de todas as formas. Em gestos, atitudes e pensamentos. No último dia de nossa existência quem fica, pode notar, que realmente precisamos uns dos outros, que nada podemos fazer sozinhos. É no fim de tudo que podemos notar a banalização da existência, ou exaltação da mesma, pois, o melhor de tudo é viver enquanto o Autor da vida nos permite! O mais importante mesmo é viver sabendo que em meio à nossa boa e despretensiosa atuação pessoas irão aproximar-se ou não, seguir-nos ou não, unirem-se ou não a nós. O importante é “vivermos” sem termos a vergonha de sermos nós mesmos! Todos temos nossas histórias, afetos e desafetos, acertos e desacertos, vitórias e fracassos. Sabe o que é o nome disso? Vida!  #MR